16.7.08

bom dia, dia [deixa de frescura e levanta logo da cama]

acordei atrasada como sempre, já imaginando a pilha de papéis e afazeres que deveriam estar gritando meu nome na agência. atrasada e cansada, pois os disparos de adrenalina que meu corpo tem sofrido às três da manhã não me deixam mais dormir nem as duas horinhas de sono que me seria possível. tá, mas não é sobre nada disso que eu quero falar.

vamos pular a parte dorme & acorda e partir direto para o que interessa: o busão super lotação. mal acreditei quando vagou uma cadeirinha bem lá no fim e já fui correndo, me apertando e tropeçando até conseguir chegar nela. sentei. ufa! mas aí comecei a achar estranho. um cheiro de água sanitária esquisito... olhei pra fora e estávamos bem em frente aos puteiros da cunha gago [pronto, o cheiro já tá explicado!]. pensa que foi fácil assim?

o ônibus saiu do ponto e o cheiro foi junto. fiquei a faria lima inteira filosofando sobre como seria possível as poltronas de trás de um ônibus serem completamente infestadas de gala. filosofando e com ânsia de vômito, porque overdose de pôrra alheia [já que não é do meu homem, é alheia sim] às oito horas da manhã ninguém merece. nem eu.