
ele colocou a mão embaixo do elástico da calcinha da fada e puxou para si o desejo que palpitava dentro dela. nem depois de assistir a filmes cheios de sussurros e gemidos, ler nas páginas de revistas femininas o quão raro e prazeiroso poderia ser e escutar atentamente as explicações de seu professor de ciência a fada poderia imaginar que seria tão bom. porque bom é pouco. bom é assistir filme abraçado comendo pipoca e adormecer nos braços dele. quando ele tocou nela pela primeira vez, todos os pêlos de seu corpo se levantaram, como que para escutar um segredo. e a fada ignorante sabe que é clichê, mas mesmo assim ela insiste em dizer que nunca imaginou que pudesse ser tão bom desse jeito, que alguém pudesse conhecer tão bem o contorno e as reentrâncias de seu corpo, e adivinhar as vontades de cada milímetro de pele e mucosa.